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terça-feira, 1 de novembro de 2011

[Conto] A Tutora - Final


Vou navegar contra a maré, não porque tenho coragem, mas porque não sei me guiar neste mar, então provavelmente vou morrer. Mas que morra molhado e de roupas.
Bom, após essa reflexão aleatória, me resta pedir desculpas por ter ficado tanto tempo sem postar =/ Estive doente por estes dias, e ontem nem postei nada, porque era meu dia, e eu tava por ai fazendo bruxarias e afins. Mas bem,voltemos ao ritmo e a o fim do nosso pequeno conto, com vocês...
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NOTA: O conto a seguir foi traduzido de um conto internacional, com algumas adaptações, mas nada que afete o desenrolar da história.

A TUTORA

Capítulo Final - As Revelações

Para o horror de Marcos, parada acima das escadas, olhando diretamente para ele com o sapato enfiado na cara, estava justamente Juliana. Ela não disse nada, e Marcos estava congelado de medo no mesmo lugar. Ele não podia dizer ou fazer nada, a não ser ficar ali olhando para ela.

Surpreendentemente a principio ela não disse nada, mas desceu as escadas e foi em direção a ele. Após alguns passos , Marcos ainda tentou dizer alguma coisa, mas nada saiu, mas ele percebeu que Juliana estava prestes a quebrar o gelo.

“Uh...O que você está fazendo com o meu sapato?

É, eu...” foi tudo que Marcos conseguiu responder. Ele estava quase que estático.

“Você estava cheirando e lambendo meu sapato?” Juliana perguntou.

Marcos se sentia muito envergonhado e não pode fazer outra coisa, além de olhar para baixo. Juliana após terminar de descer as escadas, se aproximava cada vez mais dele.

“O que...você acha meus pés atraentes, ou algo do tipo?” ela perguntou.

“Você se excita lambendo e cheirando meus sapatos?” perguntou ela novamente.

“Juliana, eu....” Agora ela estava ali, cara a cara com Marcos, que mal podia olhar ela nos olhos, enquanto tentava alguma explicação. Mas logo ele foi interrompido.

“Você quer continuar lambendo esses sapatos, ou você prefere lamber meus pés?” Juliana perguntou.

O coração de Marcos agora saía pela garganta. Ele ouviu direito? Sua mente estava lhe pregando peças.

“Juliana, eu só estava...

Marcos! Tudo bem, eu já havia notado você olhando para meus pés na aula antes, na verdade eu percebi você olhando para eles em muitas ocasiões, eu sempre soube que você sentia algo ao ver meus pés. Você não tem que se sentir envergonhado, eu acho fofo você acha-los atraentes. Eu também tenho uma pequena confissão a fazer....”

Marcos agora percebeu, que ele havia ouvido direito, e além do mais, as coisas pareciam ficar mais interessantes.

“Eu sempre quis ter meus dedos chupados...você, faria isso por mim? “ Juliana propôs.

“Eu absolutamente adoraria fazer isso, mas eu nunca fiz isso antes” Marcos disse gaguejando

“Bom, isso pode nos deixar menos nervosos então.” Disse Juliana enquanto voltava para a escada, se sentando logo no terceiro degrau, e chamando Marcos para ir até lá. Enquanto isso ela levantava aquelas pernas lindas e torneadas, e apontava seus dedinhos diretamente para ele. O coração do rapaz agora acelerava,enquanto ele se agachava frente a ela, e ela flexionava e mexia seus dedos. Ela agora estava o provocando com os pés, mexendo eles bem em sua frente como um convite.

“Isso, te deixa excitado, Marcos?” ela perguntou.

“Sim” foi tudo que ele disse

“-Então, o que você quer fazer com eles, Marcos?

-Eu quero cheirar, e coloca-los na minha boca. Eu quero chupa-los

-Então vem cá, e faz do jeito que você disse”

Ele se ajoelhou e finalmente tocou os pés dela. Era um momento com o qual ele tinha sonhado fazia uns 3 anos, desde que estava naquela escola. Eles eram macios e femininos, e ainda sim belos e perfeitos. Ele começou a massagear os pés de Juliana bem devagar, e passar os dedos entre os dedos do pé dela. Ela o olhava com um ar de quem estava gostando, mas tentando segurar a risada, já que ela sentia cócegas

Lentamente, ele abaixou seu rosto mais perto e inalou o chierinho leve de suor que tinha os pés de Juliana. Ele começou nos dedos, e foi cheirando até chegar no fim do calcanhar. Ele estava agora muito excitado, e já sentia suas calças um pouco molhadas. Ele agora colou o dedão dela dentro da boca, era simplesmente incrível. Ele agora massageava seus dedos com a língua, enquanto engolia cada dedinhos. Juliana estava rindo um pouco no começo, mas agora, ela se inclinava pra trás, enquanto deitava sua cabeça no degrau seguinte.

Após dar um trato nos dedos, Marcos começou a percorrer com sua língua, por toda a sola de Juliana, enquanto agora ela parecia murmurar alguma coisa. Marcos olhou para ela, e ficou surpreso ao notar que ela agora estava se tocando por dentro dos shorts que usava . Enquanto agora, Marcos trocava de pés, e começava novamente a chupar os dedinhos de Juliana, ela agora se masturbava e gemia baixinho, a cada toque da língua de Marcos. Era o momento mais excitante da vida de Marcos. Após alguns minutos, Juliana tinha outra sugestão.

“Marcos, isso foi muito bom! Eu nunca me senti tão bem antes. Mas agora é a sua vez de se sentir bem.”

Marcos não conseguia imaginar se sentir melhor do que ele se sentia no momento, até os pés de Juliana começarem a ir na direção da sua virilha. Sua excitação agora estava explicitamente aparecendo fazendo volume na suas calças, mas agora ele não se importava mais. Juliana esfregou para cima e para baixo, por cima das calças, o que fez Marcos não fazer outra coisa a não ser, abrir suas calças e baixa-las. Agora apenas sua cueca estava no caminho de ter aquelas solas lindas encostando em seu pênis. Juliana então, colocou seus dedos por dentro da cueca, fazendo Marcos sentir aquele calor gostoso em seu pinto. Aquilo era demais, ele sentia arrepios pelo corpo todo.

Os pés dela agora se mexiam por dentro de sua cueca, fazendo Marcos não se agüentar e tira-las, trazendo a tona para a vista dos dois agora, seu pênis ereto. Ela agora lhe deu um footjob digno de uma Professional (assim pensava ele). Ela também começou a se tocar novamente,enquanto o fazia,agora gemendo um pouco mais alto. Marcos queria muito que aquilo durasse o resto do dia, mas em alguns minutos ele sentiu que ia explodir, e foi quando sem aviso, ele gozou, fazendo uma leve sujeira nos shorts de Juliana, que não se importou e continou masturbando Marcos até que seus pés estivessem cobertos de esperma. Após tudo isso,eles não disseram quase nada, enquanto Juliana foi para o banheiro se limpar.

Marcos seguiu para o banheiro de baixo, para se lavar também, enquanto o ocorrido ainda passava em sua cabeça, fazendo ele se sentir o cara mais sortudo do mundo. Ele com certeza iria lembrar daquilo pra sempre.

Pelo resto daquele ano escolar, Marcos continuou tendo “tutoria” de Juliana, que o fez realmente melhorar na matéria. Ele também continuou com suas sessões semanais de adoração aos pés de Juliana, com footjobs e tudo mais. Surpreendentemente Marcos nunca passou disso para algo mais com Juliana, sem sexo oral, sem sexo, sem ao menos beijo na boca. Mas para ele estava tudo bem, pouco era dito sobre aquilo, eles apenas seguiam fazendo, semana após semana. Com um tempo, Juliana sentia-se confortável para abaixar sua calcinha,durante os atos, e em algumas ocasiões perto do fim, Marcos conseguia ver sua vagina, enquanto ela brincava com os dedos nela. Marcos podia jurar, que ela tinha orgasmos todas as vezes que ele chupava seus dedos.

Pelo resto do ano, Marcos sentava na sala todas as quintas-feiras, pensando que mais tarde, enquanto todos os outros garotos estariam estudando em suas casas, ele estaria aproveitando aqueles belos pés que entravam e saíam daqueles tênis sem meia.... O quão sortudo ele era.

FIM

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Perdeu alguma parte? Don't worry - Parte 1 / Parte 2

Bem, espero que vocês tenham curtido a iniciativa de postar contos ,e que tenham curtido a histórinha aí. Já tenho em mente um conto maior e mais elaborado em mente pra postar. Caso vocês tenham sugestões só mandar no email, ok?


Beijão =*

sábado, 22 de outubro de 2011

[Conto] A Tutora - Parte II


Olá jovens piratas de botequim.
To gostando de ver o povo votando que nem crazy na eleição pra nova capa, isso aí meus jovens, mostrem que vocês não tem cabeça pra ficar só reclamando pra carai :)
Bom, hoje vou dar continuidade ao conto da semana passada, essa semana deu atrasadinha, mas tá imperdível, CONFIRAM!.

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NOTA: O conto a seguir foi traduzido de um conto internacional, com algumas adaptações, mas nada que afete o desenrolar da história.

A TUTORA
Capítulo 2 - Estudos

A quinta feira finalmente chegou, e Marcos lutava contra o dia mais longo de toda sua vida. As aulas pareciam se arrastar a medida que passavam. A aula de Matemática era a última novamente, e Juliana estava linda como sempre. Ela usava um shortinho azul com uma lista amarela em cada lado, realçando suas coxas grossas, uma blusinha branca bem curta, e mais uma vez ela estava com seu tênis de corrida, e mais uma vez, sem meias. Sem pés pra fora dos tênis hoje, para a tristeza de Marcos, já que não fazia tanto calor naquele dia. Mas Marcos tinha esperanças que isso mudasse durante as aulas na casa de Juliana.

Finalmente o sinal tocou e a aula acabou. Ele se aproximou de Juliana, tiveram uma pequena conversa, um pouco antes de ela sugerir que eles fossem logo para a casa dela para começar cedo. Juliana foi falando durante todo o caminho, mas Marcos não escutou uma palavra, já que não parava de pensar o que poderia acontecer na casa dela.

Eles finalmente chegaram no que parecia ser uma típica casa de família, com um grande jardim, cheio de pequenas árvores, e tudo mais. Juliana se pôs de frente a porta e começou a procurar suas chaves na bolsa. Após ela ter finalmente achado, ela abriu a porta e entrou, sendo seguida por Marcos, que logo após fechou a porta. Para o delírio de Marcos, a primeira coisa que ela fez após estar dentro de casa, foi tirar os tênis e joga-los no canto junto com outros pares que pareciam também ser dela.

“-Caramba, meus pés estão me matando” exclamou Juliana

Nesse ponto, Marcos achou que ia desmaiar, de tanta vontade de sentir aqueles pés. Ele conseguiu captar no ar um leve odor de suor misturado á hidratante assim que os pés de Juliana saíram do tênis. Ele mais uma vez sentiu-se excitado.

“-Bem, agente podia comer alguma coisa antes de começar... Marcos?

-Hã, oh...o que?

-Hahaha, seu bobo, no que você ta viajando aí? Eu perguntei se você quer comer alguma coisa.

- Ah desculpa, eu tava viajando, eu poderia beber alguma coisa, o que você tiver aí está bom.”

Eles foram até a cozinha, e Marcos seguiu Juliana para ter certeza de ficar vendo suas solinhas fazerem um leve barulho cada vez que elas tocavam o chão de madeira. Os pés dela eram simplesmente demais, suas solas faziam um arco perfeito a cada passo que ela dava, e mais uma vez suas unhas estavam pintadas de branco, combinando perfeitamente com as unhas da mão .

Juliana abriu a geladeira, e se inclinou para baixo, usando a ponta de seus dedos para se equilibrar, mostrando as duas solas completamente na visão de Marcos, que dessa vez teve de ajeitar suas calças ,com medo de que Juliana percebesse o volume em suas calças cada vez mais incontrolável.

Depois de pegar dois copos de suco, e algumas uvas para eles mastigarem, Juliana sugeriu que eles fossem para o quarto dela, onde ela tinha uma mesa e poltronas bem confortáveis, onde eles poderiam se sentar. A cabeça de Marcos mais uma vez começou a girar só com o pensamento de que ele finalmente iria estar no quarto dela. Ele a seguiu subindo as escadas, e tendo uma visão privilegiada daquelas pernas e solas de dar água na boca. Ele já sentia suas calças ficarem desconfortáveis, mais do que nunca; Nossa, como ele queria cheirar, lamber e chupar aquele par de pezinhos, e cada parte daquele corpo escultural.

Já no quarto dela, ela colocou uma cadeira ao lado da outra, e abriu o livro em cima da mesa. Ela mandou ele pegar o caderno e a caneta. Ele obedeceu de pronto, já que ouvi-la lhe dando ordens o deixou mais animado ainda com a situação

Depois de alguns minutos fazendo algumas equações, uma idéia surgiu na cabeça de Marcos, e ele perguntou a Juliana onde ficava o banheiro. Ela disse que na casa haviam dois, um no andar de baixo, e um no final do corredor daquele andar. Ele saiu do quarto, deu uma olhada no corredor, depois deu uma rápida olhada para o quarto e viu Juliana concentrada no livro e inconscientemente brincando com seus pés, esfregando-os um contra o outro. Ele fechou a porta, e desceu direto para o andar de baixo, atrás dos tênis de Juliana. Ele olhou ao redor, para cima, não viu nem ouviu nada, então em um surto de adrenalina, ele se ajoelhou e pegou um dos tênis e colocou diretamente no nariz. Agora ele estava a ponto de explodir enquanto aquele cheirinho de suor vindo dos tênis tomava conta de seus sentidos. A vontade de Marcos naquele momento era o de abrir suas calças e começar a se masturbar ali mesmo. Mas ele pensou melhor, ele pensou em levar um daqueles tênis para o banheiro com ele, mas aí ele pensou melhor, ao reparar que próximo aos pares de tênis havia um par de sandálias de salto alto, muito sexys, daquele tipo que se prende no tornozelo, deixando boa parte dos pés a mostra. Ele não tinha certeza do porque os sapatos estarem ali perto da porta, e próximo aos tênis, mas ele tinha certeza que eram de Juliana pelo tamanho. Os pensamentos dele agora foram de meramente cheirar, para algo maio e melhor. Ele se agachou e começou a cheirar a parte da sandália onde ficavam as solas de Juliana, o cheiro era uma mistura de couro com um pouco de suor. Ele então começou a passar a língua por toda essa parte da sandália, imaginando que ele estava na verdade lambendo as solinhas lindas e suadas de Juliana...Ele estava quase gozando nessa hora, quase explodindo, quando de repente ele ouviu passos e sentiu a presença de alguém nas escadas....

CONTINUA...
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Perdeu o começo? Don't worry, AQUI está a parte I ;)
Beijão =*

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

[Conto] A TUTORA - Parte 1


Oláa navegadores de bolas de sabão!
Hoje estou aqui pra postar a surpresa que no post de ontem, eu disse que iria ter. Sim, foi isso mesmo que vocês leram no título, agora aqui vai ter contos também *-*, espero que vocês gostem, e apóiem a idéia...bem não vou me prolongar muito porque a história é boa!
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NOTA: O conto a seguir foi traduzido de um conto internacional, com algumas adaptações, mas nada que afete o desenrolar da história.

A TUTORA
Capitulo 1 - Juliana

Marcos era como todo jovem comum de 18 anos, tinha cerca de 1,75, não era do tipo gordinho, mas também não era muito magro, tinha boa aparência. Ele não fazia o tipo popular, mas também não fazia o tipo nerd, na verdade ele era um pouco deslocado, assim como era também nas aulas. Ele lutava para manter uma média C no boletim, na maioria das matérias, pois perdia maior parte de seu tempo ocupado prestando atenção nos esportes, vídeo games e nas garotas da sala.

Muita desta atenção de Marcos era focada em Juliana, uma loira alta que sentava algumas carteiras á frente de Marcos, nas aulas de Matemática.

Juliana era umas das garotas mais populares da escola, era capitã do time de handball, e e também uma ótima representante da escola nos eventos esportivos.

Juliana era deslumbrante, ela tinha um corpo firme e atlético, seios aparentemente rígidos, cabelos loiros na altura dos ombros. Ela também era bem encorpada para uma garota da idade dela, e durante os tempos de calor, quando ela usava saias que mostravam suas pernas, você conseguia ver a perfeição e beleza daquelas pernas bem torneadas.

Juliana era uma daquelas garotas populares, mas que não eram esnobes, era também uma das melhores estudantes da sala, sempre em competição com João Paulo, o nerd da classe. Eles levavam bem a sério tal competição, mas Juliana ainda achava tempo para os esportes e outras atividades, além de ela ser tutora voluntária em Matemática.

Um dia, Marcos estava sentado em sua carteira, enquanto o professor lotava a lousa de equações. Era um dia quente demais, daqueles de começo de ano, as janelas da sala de aula estavam todas abertas, na tentativa de compensar o ar condicionado que estava quebrado. Juliana estava sentada de pernas cruzadas debaixo da mesa, enquanto o suor descia pelo rosto de todos, inclusive o dela. Neste dia, ela estava usando desses tênis de atletismo, e sem meias, o que por sinal ela fazia bastante. Isso era algo que Marcos sempre notava, seu tênis...e suas pernas, seus seios, e tudo. Aos olhos de Marcos, ela era uma Deusa!

Ele nunca havia falado com ela, exceto pela vez que ele acidentalmente esbarrou nela, quando os dois andavam no corredor. Ela caiu por cima dele, o que o fez olhar diretamente para os seios dela. Por causa deste encontrão, os livros de Juliana haviam caído todos no chão, quando Marcos se abaixou para ajudá-la a pegar os livros do chão, e não pode evitar de dar uma rápida olhada em seus pés, que estavam de rasteirinhas naquele dia. Os dedos dela eram perfeitos e unhas bem feitas, pintadas de branco, devia calçar no máximo 38, segundo o palpite de Marcos.

Eles se levantaram, quando ele ainda esboçou um pedido de desculpas, tendo em resposta um sorriso de Juliana, e um doce “não foi nada não”.

Ele guardava aquele dia bem vivido em sua memória, assim como o cheiro de Juliana, que era umas melhores coisas que já havia sentido.

“Marcos! Marcos!” gritava o professor com ele. De repente ele se deu conta que enquanto ele se lembrava deste “encontro” com Juliana, ele esteve olhando fixamente para os pés dela, enquanto ela lentamente ia tirando eles de dentro do tênis. Neste meio tempo o professor havia pedido para Marcos resolver uma equação que estava na lousa Marcos sentiu um frio na barriga, enquanto todos da sala olhavam para ele, inclusive Juliana, enquanto ele encarava a lousa matutando uma resposta. Juliana levantou a mão e disse a resposta certa, fazendo com que o professor dissesse algo do tipo “ você devia prestar mais atenção as aulas como a Juliana” e causando risos dos outros alunos.

Marcos se sentiu humilhado, mas mesmo assim gastou seus últimos 10 minutos de aula olhando para os pés de Juliana. Elas os tirava bem devagarzinho de dentro dos tênis, um após o outro, passando os dedos na parte de dentro do calçado. Enquanto flexionava as solinhas, ela de repente olhou para ele. Ele se arrepiou, e sentiu o volume em sua calça, não conseguia evitar de pensar em como deveria ser o cheiro daqueles pés e tênis, em um dia quente como aquele. Em um certo momento ela deu um pequeno chute em um dos calçados, que foi parar ao lado da carteira, fazendo com que ela usasse os dedos para trazê-lo de volta. Marcos mal podia esperar para chegar em casa e se masturbar com aquela memória sobre Juliana, como ele já havia feito tantas vezes.

De repente o sinal bateu, fazendo com que todos agarrassem seus livros e saíssem apressados, pois era a última aula do dia. Enquanto arrumava suas coisas, Marcos foi surpreendido com a vinda de Juliana até sua carteira, ele ficou chocado mas ao mesmo tempo muito feliz por estar ali, frente a frente com aquela deusa loira. Ele olhou para cima fitando ela em pé, enquanto ela olhava para baixo fitando seu rosto surpreso.

“-Oi, Marcos...disse ela

“-Ah...é...oi Juliana” disse ele surpreso por ela saber seu nome

“-Escuta, eu não quis te fazer passar vergonha aquela hora que eu respondi a pergunta”

-Ah, tudo bem, eu sou péssimo em Matemática mesmo, eu não consigo entender.

Então, era sobre isso que eu queria falar contigo Marcos. “É só uma proposta, você não tem que aceitar, mas eu sou tutora voluntária de Matemática, e acho que eu poderia te ajudar”

O coração de Marcos acelerou ao ouvir tal coisa, ele mal conseguia formar palavras, sentiu um enorme branco em sua cabeça. De repente bateu-lhe uma adrenalina que o fez dizer: “Bem, sim, na verdade eu posso até curtir.

-Ótimo. Escuta, isso pode parecer um pouco estranho, mas eu prefiro fazer isso na minha casa, porque meus pais trabalham até tarde durante a semana, e lá é bem mais calmo do que aqui. “E além do mais, nós moramos logo ali na rua debaixo, dá até pra ir andando”

O coração de Marcos, agora quase saiu pela boca, ele estava tão próximo de ver a casa dela, de estar na casa dela, quem sabe até no quarto dela. Pensamentos começaram a passar pela sua cabeça enquanto ele procurava palavras para responder.

“Ah, tudo bem” foi tudo o que ele conseguiu fazer.

Mas,estava combinado, eles teriam um “encontro de estudos” na quinta-feira, dali a dois dias, pois Juliana tinha treino de futebol na quarta feira, então aquele era o dia livre dela.

Eles iriam caminhando juntos para a casa dela, logo após a aula, no dia marcado.

Marcos tinha várias possibilidades passando por sua mente, enquanto ia para sua casa naquele dia tão surpreendente.

CONTINUA....

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Beijão =*

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